sexta-feira, 7 de março de 2014

O Fardo

Já em sua infância uma perda inestimável, seu pai, ali já iniciava uma busca para amenizar a dor, ou distrair, e uma amizade escolar acaba se transformando em algo mais, uma inocência, que aos poucos foi se transformando até a situação atual de não poder se encontrar que algo acontece, sem falar de outras brincadeiras que surgiam, pensamentos que sempre perturbaram, uma confusão de sensações.

Guardar para si, uma missão torturante, mais sempre forte na arte do convencimento, na persuasão, e para manter essa imagem lutas e mais lutas, embates com pessoas ignorantes, choques de ideias, mentiras bem articuladas, vinganças contra aqueles que sempre caluniaram ou que falaram verdades, a grande revolta é não terem provas concretas e quando ao passar logo vem as insinuações.

Chega! Cansado de mentir para mim mesmo, se negar a tais coisas que estão claras, é chegada a hora de organizar as ideias, motar e remodelar princípios, viver bem tem que ser prioridade, agir sem medo e sem culpa, se valorizar, ser o ator principal da peça, não se preocupar com as opiniões, pois são meros expectadores que não sabem nem um pouco o que se passa, as críticas fazem parte e tudo deve ser aproveitado, fazer da experiência uma forma para aprimorar as ações.

Aos amigos agradecer pois são com eles que divido o tal fardo, e me sinto bem melhor depois que dividi, pois assim diminui a preocupação em agir, e das brincadeiras que ficam muito mais animadas e engraçadas, ou quem brincava deixa de brincar, o fato maior é o apoio que tenho, isso sim é importante, e aos poucos vou dosando e dividindo meu fardo com as pessoas certas!

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