Se demora, pede pressadefinir o instante, local para montar a peçaSe é rápido cobra-se um pouco de lentidãonada satisfaz, e o que paira é a indagação
Um segundo para uns nada significa
um minuto pode ser o momento mais marcante de uma vida
Uma fração de tempo lhe moldando
o que se dizia imutável, o tempo vai modificando
Alguns usando com muita sabedoria
outros preferem ignorar e viver na folia
Para uns o pior castigo
para outros um bom e melhor amigo
" Você é o dono do tempo de sua vida, você tem uma parcela de tempo e lhe cabe determinar e traçar suas metas e objetivos, lembre-se que todo tempo pode ser válido, basta você fazer a hora, fazer o seu tempo!"
sexta-feira, 7 de setembro de 2012
segunda-feira, 25 de junho de 2012
Você e o Amor
É isso e aquilo
É bom e ruim
É fascinante e desestimulante
É fácil e difícil
É guerra e paz
É desejo e desprezo
É barulho e silêncio
É verdade e falsidade
É morte e vida
É problema e solução
É amigo e inimigo
É alegria e melancolia
É humilde e esnobe
É rude e simpático
É sanidade e loucura
É um e dois
É organizado e desorganizado
É progresso e regresso
É confiança e ciúme
É único e diverso
É tudo e nada
" O amor é o que somos, não podemos cobrar algo que não fizermos por merecer, devemos fazer o amor e não esperar uma composição que se adeque a sua condição! "
É isso e aquilo
É bom e ruim
É fascinante e desestimulante
É fácil e difícil
É guerra e paz
É desejo e desprezo
É barulho e silêncio
É verdade e falsidade
É morte e vida
É problema e solução
É amigo e inimigo
É alegria e melancolia
É humilde e esnobe
É rude e simpático
É sanidade e loucura
É um e dois
É organizado e desorganizado
É progresso e regresso
É confiança e ciúme
É único e diverso
É tudo e nada
" O amor é o que somos, não podemos cobrar algo que não fizermos por merecer, devemos fazer o amor e não esperar uma composição que se adeque a sua condição! "
domingo, 8 de abril de 2012
O nosso Anjo do Bem e O nosso Diabo
Onde há doença, há cura
Onde há azar, há sorte
Onde há ódio, há amor
Onde há inimigo, há amigo
Onde há complicação, há solução
Onde há mentira, há verdade
Onde há doença, há cura
Onde há azar, há sorte
Onde há ódio, há amor
Onde há inimigo, há amigo
Onde há complicação, há solução
Onde há mentira, há verdade
Onde há tristeza, há alegria
Onde há egoísmo, há cooperação
Onde há briga, há união
Onde há guerra, há paz
Onde há incerteza, há certeza
Onde há ruim, há bom
Onde há ausência, há presença
Onde há culpado, há inocência
Onde há feio, há bonito
Onde há pobre, há rico
Onde há escuro, há claro
Onde há ateu, há crente
Onde há bagunça, há ordem
Onde há ignorância, há sabedoria
Onde há preguiça, há disposição
Onde há desistência, há persistência
Onde há regresso, há progresso
Onde há esnobe, há humilde
Onde há nunca, há sempre
Onde há Demônio, há Deus
Somos guiados sempre de alternativas e escolhas, estamos expostos a inúmeras mutações onde nossa maior missão é nosso bem estar, só resta saber a quem vamos dar ouvido ao nosso Anjo do Bem ou a O nosso Diabo que buzinam em nossa orelha, ou melhor em nossa mente!
sábado, 7 de abril de 2012
Você Acredita em Destino?
O Sol está lindo lá fora, então, abro a janela e deixo que os raios penetrem minha pele, um grande vento arremessa as cortinas contra a escrivaninha e derruba um livro que abre na página de auto-controle. A pergunta: aquilo foi escrito? algo me enviou uma mensagem subliminar e por estar ultimamente transtornada aquilo me foi útil para tomar uma decisão? Acreditar?
A questão é que; o direito de escolher entre acreditar, ou fazer é seu.
O destino nada mais é do que o sentido, a direção, isto é inquestionável, porém, consigo explicar que o destino é desfeito por acidente, "sempre que ocorre um acidente um destino é desfeito", ora, como acreditar que aquilo era o seu destino e não o acidente? se ele é o acaso, alguns afirmam tratando nos requisitos como religião, princípios,... mas não importa, ele será o simples fato de que você necessita de um sentido para algo programado ou não, é incompreensível a simplificação.
È uma palavra criada para afirmar uma ideia.
Quando se tem um controle de suas realidades e ficções, seu conheçimento é preciso, de forma que você determina o que pode ou não ser, ou o que serão, não é nehum mistério, é apenas o racional. Explicar é encontrar as causas, determinar é saber como manejá-las. Se, por exemplo, você unir uma chama a um elemento inflamável, terá a combustão deste. Saber como fazer e executar o que se deseja, é determinar. Fogo associado a um elemento inflamável gera uma reação explosiva de combustão e não outra coisa. É assim necessariamente. Na filosofia é chamado de necessidade.
A única coisa que está predestinada é a morte; todos os seres vivos estão predestinados à ela, porém, o momento e a forma como ela sucederá só podem ser inferidos por probabilidades ou por obra do acaso.
Mas ainda que tudo isso ajude a lidar com os questionamentos que nos perturbam, nada parece convincente o bastante. Vai ou fica? Arrisca ou espera? Aceita ou recusa? são perguntas que só você poderá responder. Está com dúvidas de como respondê-las? leia o que todos os nossos tópicos mostram, a reflexão = seu auto- controle.
Acha que não consegue?
A mensagem é: Procure seu Destino, ou seu sentido, sua direção... seu controle!
A questão é que; o direito de escolher entre acreditar, ou fazer é seu.
O destino nada mais é do que o sentido, a direção, isto é inquestionável, porém, consigo explicar que o destino é desfeito por acidente, "sempre que ocorre um acidente um destino é desfeito", ora, como acreditar que aquilo era o seu destino e não o acidente? se ele é o acaso, alguns afirmam tratando nos requisitos como religião, princípios,... mas não importa, ele será o simples fato de que você necessita de um sentido para algo programado ou não, é incompreensível a simplificação.
È uma palavra criada para afirmar uma ideia.
Quando se tem um controle de suas realidades e ficções, seu conheçimento é preciso, de forma que você determina o que pode ou não ser, ou o que serão, não é nehum mistério, é apenas o racional. Explicar é encontrar as causas, determinar é saber como manejá-las. Se, por exemplo, você unir uma chama a um elemento inflamável, terá a combustão deste. Saber como fazer e executar o que se deseja, é determinar. Fogo associado a um elemento inflamável gera uma reação explosiva de combustão e não outra coisa. É assim necessariamente. Na filosofia é chamado de necessidade.
A única coisa que está predestinada é a morte; todos os seres vivos estão predestinados à ela, porém, o momento e a forma como ela sucederá só podem ser inferidos por probabilidades ou por obra do acaso.
Mas ainda que tudo isso ajude a lidar com os questionamentos que nos perturbam, nada parece convincente o bastante. Vai ou fica? Arrisca ou espera? Aceita ou recusa? são perguntas que só você poderá responder. Está com dúvidas de como respondê-las? leia o que todos os nossos tópicos mostram, a reflexão = seu auto- controle.
Acha que não consegue?
A mensagem é: Procure seu Destino, ou seu sentido, sua direção... seu controle!
Portas para o infinito...
“O mundo é assim e assado, e tal e tal, só porque nos dizemos que é dessa maneira. Se pararmos de nos dizer que o mundo é tal e tal, o mundo deixará de ser tal e tal. Neste momento, não creio que você esteja pronto para esse golpe monumental, e, portanto, deve começar lentamente a desfazer o mundo.”
(Don Juan, em Portas para o Infinito, de Carlos Castaneda)
Castaneda conta que o índio Don Juan o ensinou a parar o diálogo interno e a ver além dos fluxos convencionais de interpretação, além da descrição do mundo, além do que tentamos nos convencer, segundo a segundo, sobre o que é a realidade. Ele chamava esse processo de “não fazer” – não fazer aquilo que estamos acostumados e sabemos fazer. Diante de uma árvore, por exemplo, não fazer pode ser focar nas sombras de suas folhas até que paremos de chamá-la de árvore, até que a árvore surja para além de nossa descrição de árvore.
Se continuarmos tão distraídos, a arte de parar o mundo talvez seja esquecida.
“Sempre que o diálogo interno pára, o mundo entra em colapso, e facetas extraordinárias de nossos seres emergem, como se tivessem sido mantidas numa guarda severa por nossas palavras. Você é o que é porque diz a si mesmo que é assim.”
(Don Juan, em Portas para o Infinito, de Carlos Castaneda)
A cada momento, não importa em qual experiência, nosso impulso mais básico é o de se mover para buscar ou sustentar prazer e felicidade, ao mesmo tempo em que evitamos dor e sofrimento. Sentado na cadeira do escritório, tendemos a nos ajeitar sempre que algo dói. É exatamente esse o padrão que conduz nossa ação nos relacionamentos e na vida em geral: nos esforçamos para sustentar confortos e resolver desconfortos.
Portanto, um dos jeitos de parar o mundo enquanto estamos sentados em silêncio é inspirar e naturalmente contemplar a urgência de expirar; soltar o ar e observar calmamente o impulso de tragá-lo de volta. Enquanto observamos toda essa dinâmica que não precisa de esforço para seguir, o espaço entre cada movimento aumenta e de repente surge um vasto oceano de imobilidade e estabilidade. Essa percepção fica ainda mais nítida quando nos demoramos um pouco mais para voltar à respiração e percebemos que estamos há um bom tempo sem piscar.
Se continuarmos tão distraídos, a arte de parar o mundo talvez seja esquecida.
(Don Juan, em Portas para o Infinito, de Carlos Castaneda)
Castaneda conta que o índio Don Juan o ensinou a parar o diálogo interno e a ver além dos fluxos convencionais de interpretação, além da descrição do mundo, além do que tentamos nos convencer, segundo a segundo, sobre o que é a realidade. Ele chamava esse processo de “não fazer” – não fazer aquilo que estamos acostumados e sabemos fazer. Diante de uma árvore, por exemplo, não fazer pode ser focar nas sombras de suas folhas até que paremos de chamá-la de árvore, até que a árvore surja para além de nossa descrição de árvore.
Se continuarmos tão distraídos, a arte de parar o mundo talvez seja esquecida.
“Sempre que o diálogo interno pára, o mundo entra em colapso, e facetas extraordinárias de nossos seres emergem, como se tivessem sido mantidas numa guarda severa por nossas palavras. Você é o que é porque diz a si mesmo que é assim.”
(Don Juan, em Portas para o Infinito, de Carlos Castaneda)
A cada momento, não importa em qual experiência, nosso impulso mais básico é o de se mover para buscar ou sustentar prazer e felicidade, ao mesmo tempo em que evitamos dor e sofrimento. Sentado na cadeira do escritório, tendemos a nos ajeitar sempre que algo dói. É exatamente esse o padrão que conduz nossa ação nos relacionamentos e na vida em geral: nos esforçamos para sustentar confortos e resolver desconfortos.
Portanto, um dos jeitos de parar o mundo enquanto estamos sentados em silêncio é inspirar e naturalmente contemplar a urgência de expirar; soltar o ar e observar calmamente o impulso de tragá-lo de volta. Enquanto observamos toda essa dinâmica que não precisa de esforço para seguir, o espaço entre cada movimento aumenta e de repente surge um vasto oceano de imobilidade e estabilidade. Essa percepção fica ainda mais nítida quando nos demoramos um pouco mais para voltar à respiração e percebemos que estamos há um bom tempo sem piscar.
Se continuarmos tão distraídos, a arte de parar o mundo talvez seja esquecida.
sexta-feira, 30 de março de 2012
Segredo
Um inestimável tesouro
Um bem muito valioso
Tão enigmático
E pragmático
Pode ser a vitória do desejo sobre a razão
Ou a força da ambição
Pode ser uma tragédia
Ou uma comédia
Desperta a curiosidade
E revela a identidade
Pode significar, quando revelado, uma mutação geral
Quebra a confiança como cristal
“ Ás vezes possuímos segredos tão “ medonhos e trágicos “ que nem para si queremos revelar tal segredo, uma coisa é bem certa, todos possuem algum, e que sempre fará tudo e lutará com todas forças para mantê-lo guardado ou escondido!
Obra de: Fernando Oliveira
Um bem muito valioso
Tão enigmático
E pragmático
Pode ser a vitória do desejo sobre a razão
Ou a força da ambição
Pode ser uma tragédia
Ou uma comédia
Desperta a curiosidade
E revela a identidade
Pode significar, quando revelado, uma mutação geral
Quebra a confiança como cristal
“ Ás vezes possuímos segredos tão “ medonhos e trágicos “ que nem para si queremos revelar tal segredo, uma coisa é bem certa, todos possuem algum, e que sempre fará tudo e lutará com todas forças para mantê-lo guardado ou escondido!
Obra de: Fernando Oliveira
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