Um mal irremediável
inevitável
inexplicável
e ás vezes adorável
Há quem creia na reencarnação
ou na ressureição
Há quem diga que é tudo confusão
ou recorra a lógica e a razão
Pode solucionar
dramatizar
encerrar
ou eternizar
Vem para culpado e inocente
não importa a mente
Para evita-la, se torna incompetente
até impotente
" Não espere que tudo acabe
para mostrar o que sabe! "
Como diz o bom: " É preciso amar as pessoas como se não houvesse amanhã! "
Devemos viver o hoje como se ele fosse o último dia de nossas vidas, não se preocupar com o que pode ocasiona-la e sim viver intensamente!
quinta-feira, 28 de abril de 2011
O Tempo
Pode ser decifrado
ou ser enigmático
Tem futuro, presente e passado
pode ser lento, muito rápido ou muito prático
Serve para curar feridas
para o esqueçimento
Pode ser a correção de parte da vida
ou ser um descontentamento
Ele corre, passa e voa
mal percebemos
O perdemos a toa
num instante envelheçemos
Péssimo aliado do amor
bom para a amizade
Com ele vemos que a vida tem valor
vemos a verdade
Não espera
se modifica
A prova está no movimento da terra
nada fica constante, ou se reduz ou amplifica
Mais por fim digo:
" Para os que estão em cima do muro
ele é cruel
Pior para aqueles que não planejam o futuro
não vai ser fácil sair do inferno para o céu!
ou ser enigmático
Tem futuro, presente e passado
pode ser lento, muito rápido ou muito prático
Serve para curar feridas
para o esqueçimento
Pode ser a correção de parte da vida
ou ser um descontentamento
Ele corre, passa e voa
mal percebemos
O perdemos a toa
num instante envelheçemos
Péssimo aliado do amor
bom para a amizade
Com ele vemos que a vida tem valor
vemos a verdade
Não espera
se modifica
A prova está no movimento da terra
nada fica constante, ou se reduz ou amplifica
Mais por fim digo:
" Para os que estão em cima do muro
ele é cruel
Pior para aqueles que não planejam o futuro
não vai ser fácil sair do inferno para o céu!
quarta-feira, 27 de abril de 2011
A arte de parar o Mundo.
“O mundo é assim e assado, e tal e tal, só porque nos dizemos que é dessa maneira. Se pararmos de nos dizer que o mundo é tal e tal, o mundo deixará de ser tal e tal. Neste momento, não creio que você esteja pronto para esse golpe monumental, e, portanto, deve começar lentamente a desfazer o mundo.”
(Don Juan, em Portas para o Infinito, de Carlos Castaneda)
Castaneda conta que o índio Don Juan o ensinou a parar o diálogo interno e a ver além dos fluxos convencionais de interpretação, além da descrição do mundo, além do que tentamos nos convencer, segundo a segundo, sobre o que é a realidade. Ele chamava esse processo de “não fazer” – não fazer aquilo que estamos acostumados e sabemos fazer. Diante de uma árvore, por exemplo, não fazer pode ser focar nas sombras de suas folhas até que paremos de chamá-la de árvore, até que a árvore surja para além de nossa descrição de árvore.
“Sempre que o diálogo interno pára, o mundo entra em colapso, e facetas extraordinárias de nossos seres emergem, como se tivessem sido mantidas numa guarda severa por nossas palavras. Você é o que é porque diz a si mesmo que é assim.”
(Don Juan, em Portas para o Infinito, de Carlos Castaneda)
A cada momento, não importa em qual experiência, nosso impulso mais básico é o de se mover para buscar ou sustentar prazer e felicidade, ao mesmo tempo em que evitamos dor e sofrimento. Sentado na cadeira do escritório, tendemos a nos ajeitar sempre que algo dói. É exatamente esse o padrão que conduz nossa ação nos relacionamentos e na vida em geral: nos esforçamos para sustentar confortos e resolver desconfortos.
Portanto, um dos jeitos de parar o mundo enquanto estamos sentados em silêncio é inspirar e naturalmente contemplar a urgência de expirar; soltar o ar e observar calmamente o impulso de tragá-lo de volta. Enquanto observamos toda essa dinâmica que não precisa de esforço para seguir, o espaço entre cada movimento aumenta e de repente surge um vasto oceano de imobilidade e estabilidade. Essa percepção fica ainda mais nítida quando nos demoramos um pouco mais para voltar à respiração e percebemos que estamos há um bom tempo sem piscar.
Se continuarmos tão distraídos, a arte de parar o mundo talvez seja esquecida.
Quer Tentar?
(Don Juan, em Portas para o Infinito, de Carlos Castaneda)
Castaneda conta que o índio Don Juan o ensinou a parar o diálogo interno e a ver além dos fluxos convencionais de interpretação, além da descrição do mundo, além do que tentamos nos convencer, segundo a segundo, sobre o que é a realidade. Ele chamava esse processo de “não fazer” – não fazer aquilo que estamos acostumados e sabemos fazer. Diante de uma árvore, por exemplo, não fazer pode ser focar nas sombras de suas folhas até que paremos de chamá-la de árvore, até que a árvore surja para além de nossa descrição de árvore.
“Sempre que o diálogo interno pára, o mundo entra em colapso, e facetas extraordinárias de nossos seres emergem, como se tivessem sido mantidas numa guarda severa por nossas palavras. Você é o que é porque diz a si mesmo que é assim.”
(Don Juan, em Portas para o Infinito, de Carlos Castaneda)
A cada momento, não importa em qual experiência, nosso impulso mais básico é o de se mover para buscar ou sustentar prazer e felicidade, ao mesmo tempo em que evitamos dor e sofrimento. Sentado na cadeira do escritório, tendemos a nos ajeitar sempre que algo dói. É exatamente esse o padrão que conduz nossa ação nos relacionamentos e na vida em geral: nos esforçamos para sustentar confortos e resolver desconfortos.
Portanto, um dos jeitos de parar o mundo enquanto estamos sentados em silêncio é inspirar e naturalmente contemplar a urgência de expirar; soltar o ar e observar calmamente o impulso de tragá-lo de volta. Enquanto observamos toda essa dinâmica que não precisa de esforço para seguir, o espaço entre cada movimento aumenta e de repente surge um vasto oceano de imobilidade e estabilidade. Essa percepção fica ainda mais nítida quando nos demoramos um pouco mais para voltar à respiração e percebemos que estamos há um bom tempo sem piscar.
Se continuarmos tão distraídos, a arte de parar o mundo talvez seja esquecida.
Quer Tentar?
terça-feira, 26 de abril de 2011
Diana Marry Me?
Pra quem Acha que o Romantismo acabou, uma bela demonstração de Felicidade.
O video já circula pela internet desde a metade de abril deste ano. Mas a minha intenção de postá-lo aqui é sua reação.
Musicalizando...
Enfatizando o texto abaixo...
Me lembro do samba enrredo de 2006 se não me falha a memória, da escola de samba do Rio de Janeiro: Academico do Salgueiro, que tinha como título: "O que os olhos não vêem o coração não sente":
Na batida de um coração
Tem mistérios e emoção
Ecoa no ar um canto de amor ♫ ♪
Me lembro do samba enrredo de 2006 se não me falha a memória, da escola de samba do Rio de Janeiro: Academico do Salgueiro, que tinha como título: "O que os olhos não vêem o coração não sente":
O que sou eu no Universo?
Simples ser humano
Grão de areia no deserto
Gota d'água no oceano
Minúscula partícula da Criação
Grandiosidade, perfeição...
O homem nem nota,
Há vida em volta
Viaja Salgueiro
Em cada pequenina imensidão
Simples ser humano
Grão de areia no deserto
Gota d'água no oceano
Minúscula partícula da Criação
Grandiosidade, perfeição...
O homem nem nota,
Há vida em volta
Viaja Salgueiro
Em cada pequenina imensidão
Dia a dia uma sinfonia... Pra sonhar
Infinito mundo colorido
O divino dom de renovar
Infinito mundo colorido
O divino dom de renovar
E a vida gera vida... De valor essencial
Na água, terra e ar
Mantém o equilíbrio universal
Reluz desse mundo magia
A inspiração que faz a mente delirar
Num toque de sabedoria
Com ousadia, observar
Que segue o tempo regendo a vida
E a luz do céu a nos guiar
Na água, terra e ar
Mantém o equilíbrio universal
Reluz desse mundo magia
A inspiração que faz a mente delirar
Num toque de sabedoria
Com ousadia, observar
Que segue o tempo regendo a vida
E a luz do céu a nos guiar
Na batida de um coração
Tem mistérios e emoção
Ecoa no ar um canto de amor ♫ ♪
(Composição : Tiãozinho do Salgueiro, Abs, Leonel, Luizinho Professor, Moisés Santiago, Waltinho Honorato, Fernando Magaça, Paulo Shell e Quinho)
Felicidade que saudade de você...
A maioria das pessoas tendem a perguntar pela felicidade, mas, o que seria ela afinal? Acredito ser um estado de espírito.
È possível ser feliz por um momento, mas porque é tão difícil prolongá-lo? A resposta está em nosso ser. È verdade o velho ditado: "Tudo é simples, nós que complicamos". Seja por pensar na falta de dinheiro, no bem que não possui, no marido infiel, na esposa estressada, detalhes, somos feitos de detalhes, porém, aquela folha que caira magnificamente ao chão, o por do sol de cada dia, o beijo no rosto de seu filho, o abraço de um pai, deixamos de valorizar, isto, valorizar, a palavra que mas mostra o quão o ser humano é hipócrita. A nossa essência é simples, podemos ter quaisquer tipo de sensação; nos foi foi concebido a riqueza da sabedoria, nossa inteligência foi capaz de nos repoproduzir por meios cientificos, curar os enfermos, etc... e mesmo assim não somos capazes de ser felizes por completo? porquê? a resposta é tão simples quanto não enxergamos as pequenas conquistas e realizações do dia-a-dia; talvez se antes de dormir com o corpo relaxado fizessemos uma auto-análize do que aprendemos, vimos e sentimos, acordariamos no dia seguinte corrigindo os erros e melhorando os acertos passados, nos tornaria mais prudente, prático e eficaz.
A felicidade está naquilo que o coração vê e os olhos não querem enxergar. Razão e coração, será que o que os olhos nao vêem o coração não preessente?. Há condições de ser duro consigo mesmo, fazendo e respondendo todas aquelas perguntas duras de seus tabus, isso o tornaria mas flexível à incômodos futuros.
O coração tem razão que a própria razão desconheçe? NÂO!, é apenas todas as informações válidas assimiladas pelo seu subconciente àquelas questões que seu cérebro subtamente questionou, formulou e por um "jogo matemático" descartou as suas assimilações desnecessárias e apartir desta "análise" retira um meio termo plausível de acordo com seu ser. Isto é sua maneira de pensar mais correta, seria o que chamamos de bom senso, que por menos conheçimento que você ache que tem, o corpo faz isso por você e tira uma conclusão, então você se surpreende com tamanha qualidade para uma resposta mais precisa e diz ser algo que vem de dentro de onde não sabe explicar, apenas tem a resposta. A conclusão é baseada em tudo aquilo que você viu e ouviu mas concientemente não achou importante, ou seja, nada passa por despercebido pelo cérebro.
O que os olhos não vêem o coração não sente? Verdade. Porque não busca entender aquilo que ocorreu e para que isso lhe servirá ou serviu? Após alguns minutos de reflexão você percebe que a felicidade é algo que nos está sempre ao lado, mas fazemos questão de não enxergar.
Pense nisso!
È possível ser feliz por um momento, mas porque é tão difícil prolongá-lo? A resposta está em nosso ser. È verdade o velho ditado: "Tudo é simples, nós que complicamos". Seja por pensar na falta de dinheiro, no bem que não possui, no marido infiel, na esposa estressada, detalhes, somos feitos de detalhes, porém, aquela folha que caira magnificamente ao chão, o por do sol de cada dia, o beijo no rosto de seu filho, o abraço de um pai, deixamos de valorizar, isto, valorizar, a palavra que mas mostra o quão o ser humano é hipócrita. A nossa essência é simples, podemos ter quaisquer tipo de sensação; nos foi foi concebido a riqueza da sabedoria, nossa inteligência foi capaz de nos repoproduzir por meios cientificos, curar os enfermos, etc... e mesmo assim não somos capazes de ser felizes por completo? porquê? a resposta é tão simples quanto não enxergamos as pequenas conquistas e realizações do dia-a-dia; talvez se antes de dormir com o corpo relaxado fizessemos uma auto-análize do que aprendemos, vimos e sentimos, acordariamos no dia seguinte corrigindo os erros e melhorando os acertos passados, nos tornaria mais prudente, prático e eficaz.
A felicidade está naquilo que o coração vê e os olhos não querem enxergar. Razão e coração, será que o que os olhos nao vêem o coração não preessente?. Há condições de ser duro consigo mesmo, fazendo e respondendo todas aquelas perguntas duras de seus tabus, isso o tornaria mas flexível à incômodos futuros.
O coração tem razão que a própria razão desconheçe? NÂO!, é apenas todas as informações válidas assimiladas pelo seu subconciente àquelas questões que seu cérebro subtamente questionou, formulou e por um "jogo matemático" descartou as suas assimilações desnecessárias e apartir desta "análise" retira um meio termo plausível de acordo com seu ser. Isto é sua maneira de pensar mais correta, seria o que chamamos de bom senso, que por menos conheçimento que você ache que tem, o corpo faz isso por você e tira uma conclusão, então você se surpreende com tamanha qualidade para uma resposta mais precisa e diz ser algo que vem de dentro de onde não sabe explicar, apenas tem a resposta. A conclusão é baseada em tudo aquilo que você viu e ouviu mas concientemente não achou importante, ou seja, nada passa por despercebido pelo cérebro.
O que os olhos não vêem o coração não sente? Verdade. Porque não busca entender aquilo que ocorreu e para que isso lhe servirá ou serviu? Após alguns minutos de reflexão você percebe que a felicidade é algo que nos está sempre ao lado, mas fazemos questão de não enxergar.
Pense nisso!
segunda-feira, 25 de abril de 2011
Mulheres...
Estava agora a pouco dando um tapinha nas costas de uma amiga (porque conselho se fosse bom se vendia) e resolvi compartilhar:
- Confie mais em sua inteligência do que em seus hormônios;
- Mesmo que você seja a mulher certa, o homem errado
continuará sendo o homem errado;
- Chorar é algo que se faz em casamentos e funerais… e não
nas noites de sábado;
- Há uma grande diferença entre ele estar passando por uma
fase e você estar sendo deixada de lado;
- O homem que quer dominar o mundo provavelmente tentará
dominar você também;
- “Grudenta” não é sinônimo de “feminina”.
- Confie mais em sua inteligência do que em seus hormônios;
- Mesmo que você seja a mulher certa, o homem errado
continuará sendo o homem errado;
- Chorar é algo que se faz em casamentos e funerais… e não
nas noites de sábado;
- Há uma grande diferença entre ele estar passando por uma
fase e você estar sendo deixada de lado;
- O homem que quer dominar o mundo provavelmente tentará
dominar você também;
- “Grudenta” não é sinônimo de “feminina”.
sábado, 23 de abril de 2011
Enfatizando...
"Existem várias formas de definir nossa frágil existência, várias formas de dar significado a ela, mas são nossas memórias que dão forma ao seu propósito e dão contexto a ela.
Os sortimentos particulares de imagens, medos, amores e arrependimentos.
Por essa cruel ironia da vida é que estamos destinados a manter a escuridão com a luz, o bem com o mal, o sucesso com a decepção. Isso nos separa, o que nos torna humanos e no fim temos que lutar para nos sustentar."
Os sortimentos particulares de imagens, medos, amores e arrependimentos.
Por essa cruel ironia da vida é que estamos destinados a manter a escuridão com a luz, o bem com o mal, o sucesso com a decepção. Isso nos separa, o que nos torna humanos e no fim temos que lutar para nos sustentar."
Lisiane Patricia
Razão X Sentimentos
Como tratar aquele amor incurável?
As suposições que nos vem a cabeça são de apenas desespero para alcançar de imediato tal resposta.
Todas as nossas respostas são encontradas dentro de nós, são nossas atitudes, gestos, formas de se retratar, vivencialidade que geram tamanha "confusão".
Quando o corpor é surpreendido com sensações até então desconheçidas e/ou semi-desconheçidas, emitem um sinal para o cerébro em forma de pergunta sobre como reagir e por inesperiência, muitas vezes tira as conclusões em base de memórias de pareceres já vividos ou escutados por alguém, e na maioria das vezes surge a indagação: Mas isto é correto?, mas como saber?. Os seres humanos tiram suas conclusões por maioria, é assim que se dá todos os conceitos do mundo, logo, aqui trato da questão primordial para um bom crescimento; o modo com que os pais criam seus filhos. Mas e a sociedade, qual a participação? A sociedade são os segundos pais, pois, o que é aprendido e compartilhado dentro de casa, tambem se faz fora dela. O comportamento que cada um traz consigo influência nosso cérebro que captura todas as informações, onde algumas, ficam em nosso subconciente, mas existentes.
Emfim, esta é uma questão que a muito já foi tratada, mas um belo tema de começar um blog que falará sobre certo e errado, bem e mal.
Já foi dito por Isaac Newton: "Toda ação tem reação", esta afirmativa é a única certeza que temos em nossa ciência e vida (meu conheçimento), "descartanto" a possibilidade das perguntas sobre quem veio primeiro, o ovo ou a galinha?, se o homem evoluiu do macaco então quem o fez?... A crença religiosa criou um Deus vivo, sendo resposta para todas as perguntas. Mas entre o crente e o discrente, quem está certo? Me mantenho neutra para reflexão...
As suposições que nos vem a cabeça são de apenas desespero para alcançar de imediato tal resposta.
Todas as nossas respostas são encontradas dentro de nós, são nossas atitudes, gestos, formas de se retratar, vivencialidade que geram tamanha "confusão".
Quando o corpor é surpreendido com sensações até então desconheçidas e/ou semi-desconheçidas, emitem um sinal para o cerébro em forma de pergunta sobre como reagir e por inesperiência, muitas vezes tira as conclusões em base de memórias de pareceres já vividos ou escutados por alguém, e na maioria das vezes surge a indagação: Mas isto é correto?, mas como saber?. Os seres humanos tiram suas conclusões por maioria, é assim que se dá todos os conceitos do mundo, logo, aqui trato da questão primordial para um bom crescimento; o modo com que os pais criam seus filhos. Mas e a sociedade, qual a participação? A sociedade são os segundos pais, pois, o que é aprendido e compartilhado dentro de casa, tambem se faz fora dela. O comportamento que cada um traz consigo influência nosso cérebro que captura todas as informações, onde algumas, ficam em nosso subconciente, mas existentes.
Emfim, esta é uma questão que a muito já foi tratada, mas um belo tema de começar um blog que falará sobre certo e errado, bem e mal.
Já foi dito por Isaac Newton: "Toda ação tem reação", esta afirmativa é a única certeza que temos em nossa ciência e vida (meu conheçimento), "descartanto" a possibilidade das perguntas sobre quem veio primeiro, o ovo ou a galinha?, se o homem evoluiu do macaco então quem o fez?... A crença religiosa criou um Deus vivo, sendo resposta para todas as perguntas. Mas entre o crente e o discrente, quem está certo? Me mantenho neutra para reflexão...
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