Acreditar que os fatos não estão
determinados é uma linha de raciocínio que no mínimo leva a pessoa a pensar que
tem que construir uma linha que se desenvolva de acordo com que vivemos, vejo
um tipo de encaixe nos fatos, um equilíbrio ou um desequilíbrio que nos faz
procurar ou criar a peça que falta, um
quebra-cabeça infinito, novas informações surgem colocando a teste as relações
já existentes entre os laços que são feitos no começo de toda a história, os
bons sobrevivem, outros nascem e uns simplesmente adormecem.
A vida se encaminha pra uma múltipla
divisão, fatores que por mais que tentemos abandonar estão intrínsecos ao ser, uma imparcialidade
que é muito procurada mas pouca usada, um confronto de ideias que sobrepõe as
verdades, o certo e errado relativizado e justificado diante das ações em que o
sistema impõe, a origem se tornando anacrônica, valores se invertendo, perdendo
o alcance e sendo remodelado.
Uma situação não se repete com todos os
detalhes exatamente iguais, a mutação da vida não permite, seria vã julgar uma
situação se baseando apenas no princípio da repetição, a individualidade do ser
transpassa trazendo sempre uma nova forma para que se avalie determinado fato.
Tudo é válido, ou seria se ao pé da letra todos considerassem com tal, nada
pode ser descartado, é nos pormenores que podem se encontrar as essências.
O seu problema não é o meu problema, mais
as semelhanças são, a solução pode ser, a sensação de estar e fazer bem pode
ser gratificante. Ninguém pode deixar o sabor da esperança que pode dar certo,
o sentimento de garra, enxerguemos que existe um processo de evolução do pensar
e o do viver, que sim somos diferente, o que resta saber é se fazemos a
diferença, e que cada caso é um caso, ou
uma casa!!!
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