Como tratar aquele amor incurável?
As suposições que nos vem a cabeça são de apenas desespero para alcançar de imediato tal resposta.
Todas as nossas respostas são encontradas dentro de nós, são nossas atitudes, gestos, formas de se retratar, vivencialidade que geram tamanha "confusão".
Quando o corpor é surpreendido com sensações até então desconheçidas e/ou semi-desconheçidas, emitem um sinal para o cerébro em forma de pergunta sobre como reagir e por inesperiência, muitas vezes tira as conclusões em base de memórias de pareceres já vividos ou escutados por alguém, e na maioria das vezes surge a indagação: Mas isto é correto?, mas como saber?. Os seres humanos tiram suas conclusões por maioria, é assim que se dá todos os conceitos do mundo, logo, aqui trato da questão primordial para um bom crescimento; o modo com que os pais criam seus filhos. Mas e a sociedade, qual a participação? A sociedade são os segundos pais, pois, o que é aprendido e compartilhado dentro de casa, tambem se faz fora dela. O comportamento que cada um traz consigo influência nosso cérebro que captura todas as informações, onde algumas, ficam em nosso subconciente, mas existentes.
Emfim, esta é uma questão que a muito já foi tratada, mas um belo tema de começar um blog que falará sobre certo e errado, bem e mal.
Já foi dito por Isaac Newton: "Toda ação tem reação", esta afirmativa é a única certeza que temos em nossa ciência e vida (meu conheçimento), "descartanto" a possibilidade das perguntas sobre quem veio primeiro, o ovo ou a galinha?, se o homem evoluiu do macaco então quem o fez?... A crença religiosa criou um Deus vivo, sendo resposta para todas as perguntas. Mas entre o crente e o discrente, quem está certo? Me mantenho neutra para reflexão...
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